Presidente do Grêmio agiu nos bastidores e tirou Mundial FIFA do Inter
O presidente do Grêmio, Alberto Guerra, teve um papel decisivo em uma polêmica envolvendo o rival Internacional. Em 2007, Guerra atuava como advogado vinculado à Fifa e foi responsável por alertar a entidade sobre o uso indevido do termo “campeão mundial” no Beira-Rio. Na ocasião, o letreiro instalado pelo Inter fazia menção ao título de 2006.
A atitude de Guerra levou a Fifa a notificar o clube colorado, exigindo a retirada da inscrição. O motivo era claro: uso indevido de propriedade industrial da entidade, algo proibido pelos regulamentos do Mundial de Clubes. A ação repercutiu fortemente nos bastidores do futebol gaúcho.
Segundo o artigo 18 da Fifa, é proibido que clubes utilizem emblemas, mascotes ou elementos visuais que remetam à competição de forma promocional. Isso inclui, também, a exploração da marca sem autorização. Com base nesse regulamento, o Internacional foi obrigado a atender a notificação.
Alberto Guerra já tentou “invalidar” Mundial do Inter em 2007
A iniciativa de Alberto Guerra, mesmo antes de assumir a presidência do Grêmio, foi vista como um ato de defesa institucional do Tricolor. O episódio fortaleceu sua imagem entre os gremistas, sendo lembrado até hoje como uma espécie de “retaliação jurídica” contra o rival.
Guerra, que foi eleito presidente do Grêmio em 2022, já ocupou diferentes cargos no clube. Atuou como diretor jurídico, vice de futebol e diretor executivo, acumulando experiência e influência. Seu histórico mostra uma trajetória alinhada à defesa dos interesses gremistas.
O caso envolvendo o Mundial serviu como um marco simbólico da rivalidade entre Grêmio e Inter fora das quatro linhas. A atuação de Guerra nesse episódio reforça seu perfil combativo e estratégico, características que continuam marcando sua gestão no comando do clube. Ele segue no cargo até o fim de 2025.



